Ordem da Confraria Elementar Primeira do Brasil

ORIGEM


Não há dúvidas sobre a origem cósmica do homem e sobre a  existência  de vida   em   outras   dimensões,  cabe   a  ciência estabelecer a ligação existente entre as dimensões e a importância da vida física.

Nossas  vivências  e  contatos  devem  ser  em   tudo   semelhantes   aquelas  ocorridas  em  muitos  grupos  de  desenvolvimento,   nas experiências  místicas  e  mediúnicas e  que de alguma  forma  removem  as  bases das  grandes  religiões,  cujo   papel  tem  sido  o  de moderadores   comportamentais.   As religiões são resultado de  acontecimentos históricos, de  fatos   culturais   e  do  nível  de  desenvolvimento  do  povo  ou   de   alguns   indivíduos especiais  que  neles  exerceram  sua   presença  e   força  de  atuação,  e  os elementos   de sua   constituição  são    relevantes   para   entendermos   a   evolução  do   homem.   É    de grande    importância   estudarmos   as   origens,   as   influências,   a   genealogia   de  uma religião, e  até  mesmo  como  possibilitam  os médiuns, investigar  as origens dimensionais. Estudar suas   origens  é  assustador  na  medida  em  que  nos  coloca  diante do  dilema  de ter   de   estabelecer  uma  direção  para  as   massas  do mundo   que   sempre  se sentiram conduzidas,   nunca    como   condutoras,   ou   constituídas    de   indivíduos,  estes   foram condicionados   por  milhares  de anos,  a  aceitar  a  religião  onde   se  assentou  o discurso do  poder   e   do   estado,    manipuladores    ou    beneficiários    das   crenças   e   saberes, estabelecendo   a  condição  mínima  dos   indivíduos  da  base  da  pirâmide  social e aqueles que   governavam   e de  alguma   forma    possuíam    uma     formação    diferenciada,   da América    pré-colombiana    aos  primórdios    da   civilização  egípcia,  da  África   ancestral à   Índia    pré-dévica,    destes   a os   tempos    imemoriais    e    apenas   percebidos     por sensitivos   e  clarividentes,   mas   vivos  na   memória   integral   (Delanne)   ou   molecular (Esvael), ambas  acessáveis   por   diversos processos  e técnicas que nos aproximam da verdade. Os indícios mais fortes que temos sobre o que somos. 

Quanto  possuímos  de  saberes  sobre os tempos antigos? Sobre a formação dos povos, que não sejam de uma antropologia recente ou de  nossa s percepções,  e  são  elas, as  percepções  que  remontam  a  uma história não escrita  e fantástica, onde se misturam naves, seres e criaturas sequer  imaginadas,  mas  que  seguramente  originaram  as  mitologias  dos povos.

Estabelecemos    a    origem    da    nossa    ordem,    Ordem    da   Confraria Elementar Primeira do Brasil,  e   possivelmente  da  humanidade  em  Sírius e  Órion,  sem   que   seja  possível  determinarmos  o  papel  de  uma  ou de outra   nos   dias   de   hoje. De   algum   modo   sabemos    que  tudo  o  que conhecemos   e   existe   no   planeta  terra  teve o consentimento de Sírius, entendidos   por   nós   como   os  "azuis",  e   os   leitores   não   podem   se sentir   surpresos  ao    afirmarmos  uma  origem  cósmica  para  o homem e para a vida. Há evidências científicas muito fortes  sobre  isso  e muitas são ocultadas   pelo    interesse   dos   dominantes   e   até   das   religiões    que estabeleceram  nos  últimos  1.500  anos  o  controle  do  Ocidente e provocaram a reação do restante do  planeta  cultural  e político. O compromisso  com  a  verdade  é  um compromisso  de   poucos.  Essas   afirmações  estão  sustentadas  em  um  conjunto  de contatos com   criaturas   relatando  em  detalhes  muito  do  que  está  contido nos antigos tratados egípcios e  é  a  própria origem da mitologia egípcia,  toda  ela  uma  relação  com  as  constelações,  com  a  existência  de  seres,  possivelmente  humanos  em  uma condição mais avançada   ou  que   tenham   existido  há  milhões  de  anos  estelares  com  civilizações  que aparecem  e  desaparecem no corpos, que migram  de  alguma  forma,  de  espíritos, ou  uma  existência  astral, que  comentaremos  adiante e ao longo dos artigos e do site. são muitas  vezes  denominados  de  deuses,  no  contato  com os primitivos e podem sim ter interagido e intervido várias vezes acelerando ou  conduzindo  o  rumo  da  evolução  na  Terra.  A  percepção  dos  mesmos é a origem de muito das mitologias e no Egito  antigo  não totemismo  ou primitivismo, nem invencionice. Os deuses e suas relações são uma representação simbólica da migração do homem pelo cosmos   e  pela    natureza, e  a  representação  das  hierarquias  e  das forças. Essa  é  também  a  origem  da  teurgia  e da astrologia. E  ambas são as origens dos saberes que  sustentam  e  baseiam  os  cursos  de  desenvolvimento  dentro  da organização, não a crença, mas métodos de  transformação  do homem em seu aspecto  divino, a  mesma  divindade  que  menciona  Jesus de Nazaré,  o “caminho estreito”,    denominação  entre  os  cristãos   primitivos   referente   a   expressão   semelhante   encontrada    no    tantrismo  indiano e  tibetano,  o  caminho  que  permite  construir  o  interno  e  o despertamento. Essa é a origem da Ordem, cujos referenciais  estarão cada  vez  sendo  levados  a tempos  remotos, como toda a humanidade que se desdobra em povos, civilizações, avança e recua em suas tentativas de ascensão.

A   Estrela  Sirius  - Sirius,     uma   das   maravilhosas   estrelas    do firmamento, possui sua  aparente  grande  magnitude  por  causa  do  fato  de  estar  a  8,7  anos  luz da Terra. Ela emite 23 vezes mais luz do que o Sol e é 1,8 vezes maior.

Comparada  com   outras   estrelas   como Rigel  ou  Beltegeuse,   (da constelação  d e Orion)  Sirius  é  relativamente  pequena. No  antigo Egito,  a   estrela  Sirius  era    alvo  de  uma  particular  veneração  e representada  pela Deusa Sothis, ou Isis Sotis, e  pelo  Deus  Hermes Thot.   Seu  aparecimento  no  céu  coincidia  com a  cheia do rio Nilo (aproximadamente   3.000  anos   A.C.),  no   auge   do  verão,  cheia que  traz  prosperidade  e  fertilidade às terras inundadas. Esta cheia coincide  com  o  auge  do  verão   no  hemisfério  norte  e  até  hoje, quando  um  dia  está  demasiadamente quente,  é usada a expressão "Está um calor de cão". Na antiga Roma, cachorros eram sacrificados em   nome   da    constelação   do  Cão Maior. O nome "canicula" para indicar um período  de   grande  calor  também  tem  esta  derivação, por quê?   Sirius   faz  parte   da Constelação  de  Canis  Major  (O Grande Cão)  e   faz   par   com   a   Constelação   de    Canis    Minor  (Pequeno   Cão).  Os  dois   cães  pertencem  e  servem  o  caçador  celeste  Órion. Os  astrônomos  nos  tempos  antigos  (1.500 a.C.) descreviam   Sirius   como  sendo  de  luz a vermelhada, uma luz mais vermelha    do   que     aquela   do    planeta   Marte.   Atualmente a   sua   luz   é  absolutamente   branca,  como    pode   ser   observado  a  olho  nu  no    hemisfério    Norte   ao   se   olhar  o  céu  num determinado  período  do  ano. A  questão  não  levantada  e   não  respondida  é  de  como  os egípcios sabiam  destas estrelas, há mais de 5.000 anos, e  da  sua  importância   para  a  humanidade, coisa   que   os  religiosos de agora  ainda desconhecem ou se debatem em hipóteses doutrinárias.

Como  pode uma estrela  mudar  a sua cor num período de somente 1,500 anos? Esta questão não encontrou uma resposta convincente até  agora. O  estudo   das  estrelas   fixas  é   ainda  uma  grande  charada  para  os  astrônomos. Pois,  apesar  das  estrelas  passarem indubitavelmente   através   de diferente   estágios, as  mudanças  de  cor   claramente  visíveis  de  vermelho  para branco, segundo as teorias recentes, precisam de centenas de milhares de anos para serem efetuadas, e não somente 1 milênio e meio.

Talvez  a  mudança  misteriosa  da  cor  de  Sirius  tenha  algo  a  ver  com  a estrela companheira  de  Sirius,  já  que  ela  é uma estrela binária. No início  de  1844  o astrônomo  alemão  Friederich  Bessel  notou  que  Sirius  não  se  movia  no céu de uma forma reta, como as outras  estrelas fixas, mas sim seguia um caminho serpenteado. Bessel  concluiu  que  Sirius  teria  uma  companheira invisível cujos efeitos  gravitacionais  provocavam  este  comportamento. Foi  somente  em  1862  que  esta  companheira,  chamada  de   Sirius B,  foi realmente  descoberta  através  de  um telescópio e apareceu como um pequeno ponto de luz perto da luminosa Sirius A. A  descoberta  desta  segunda  estrela,  chamada  também  de Pup Star, apresenta um quebra cabeça para os astrônomos. Com base nos movimentos destas  estrelas  binárias,  eles  calcularam  que  Sirius A  deveria  ser 2,36 vezes e Sirius B 0,98 mais pesadas do que o Sol. No entanto, como  a  luz  de Sirius B aparecia  muito  mais  fraca  que  sua  irmã  maior  (apesar  de  sua  superfície  ser extremamente quente), ela deveria  ser  muito menor, isto é, ela teria somente aproximadamente  18.000  milhas  (30.000 km)  ou  aproximadamente  duas  vezes o  diâmetro  da  Terra. Esta  grande  quantidade de matéria concentrada num espaço  tão  pequeno  significa  que a sua densidade seria muito maior do que se pudesse imaginar. Um  centímetro  cúbico de matéria feita com Sirius B pesaria mais  de 150 Kg! Por  isto  Sirius B  se  tornou  o  primeiro  exemplo  de  um  novo  tipo  de estrela   que  seria   mais   tarde  descoberta:  as  estrelas  anãs  brancas.  As características  das  anãs  brancas  são:  tamanho  extremamente  pequeno  (a  menor  conhecida  até  agora tem somente a metade do tamanho de nossa Lua), a temperatura de superfície extremamente alta, e a incrível concentração da matéria do que são compostas.

Sirius  é  a   primeira   estrela  conhecida  com  absoluta  certeza  pelos   hieróglifos   egípcios, (e  as  vezes  representada  por um cão), e aparece  nos monumentos  e  templos  ao  longo  do  Rio  Nilo. Entre  estes  existem os  Templos  da Deusa Hathor, ou Isis Hator, que eram erguidos  com  orientação   para   a  estrela Sirius. Os  Egípcios  acreditavam  que  Sirius  detinha  o  destino  de  nosso  planeta, e nossas  experiências mediúnicas confirmam  tanto  a  origem  da  humanidade  como  os destinos da  humanidade  sendo  determinados por  Sírius, afirmavam  que  era  para lá que iam as almas dos Faraós e sacerdotes após a morte para "receberem instruções"  e  ganhar conhecimento. Alguns  historiadores  afirmavam  que,  à  partir  desta  estrela,  chegaram  ao  Egito  os  Deuses  que  ensinaram toda a sua sabedoria a este povo da antiguidade. Abaixo representação simbólica dos egípcios.

Uma   antiga  representação  egípcia  mostra   a  deusa   Isis  com a estrela   Sirius,   como    um    pentagrama,   sobre  sua   cabeça    e segurando  o  cetro wadj e o ank (da dilatação  e  da  espiritualidade  da  vida),   precedida  por  Orion, que  segura o cetro uas (do fluxo da seiva), enquanto  olha  para  trás,  para   Isis,  e apresenta a vida com a sua mão esquerda.

Atrás de Isis estão representados JúpiterSaturno e Marte.

Todos  estão   numa   barca   que   desce  o  rio  Nilo, na  direção do Oriente  para  o  Ocidente.  A   direção  que  será  adotada   para   a civilização  na Terra, onde povos de diferentes estágios da evolução estarão  em  contato  pelos  próximos  cinco  mil  anos  da idade  do ferro  para  a Terra, que  começa  seu  fim  nos   tempos atuais. O que  aparece  na   figura,  é  que  Isis  retira  o  seu  poder  de  Sirius (que  está   representada  ao   lado   de   outra  pequena  estrela,  indicando   que  os   Egípcios   sabiam   que  esta  estrela   tinha  uma companheira menor!) e que ela a transmite a  Orion  que  por sua  vez  o  transmite  aos  "filhos do Sol".  Sirius  era  também  atribuída  ao Deus Thoth, ou Hermes dos egípcios ou Mercúrio dos romanos, possivelmente  a  ‘oitava  inferior"  do  Deus  Thoth,  o  Três  Vezes Grande   Hermes Trimegisto  dos    egípcios, que   sim   seria   representado  pelo   planeta   Urano, que  rege,  entre   outras  coisas,  a Astrologia.   Segundo  teólogos  de  Hermopolis,  Thoth,  ou  Tehuti  como  o chamavam os antigos egipcios, era o verdadeiro Demiurgo universal, o   Ibis  divino  que   chocou  o  ovo  da  humanidade  na  Hermopolis   Magna.  Este  trabalho de criação foi fruto somente do "som de sua voz" (lembra o versículo  da  Biblia: Em  princípio  era  o  verbo...’). O s livros  das  pirâmides referem-se a ele como o filho mais  velho de Rá, filho de Geb e Nut, ou irmão de Isis, apesar de que outros textos o descrevem como vizir de Osiris e  de  sua família, textos estes posteriores e já no período da diáspora do saber e seu ocultamento diante das invasões. Tehuti, ou  Hermes, curou o filho de Osiris,  Horus,   somente   com   o  seu  sagrado   alento, e era  detentor de um conhecimento universal. Ele ensinava  as  ciências, a aritmética, a  geometria,  a  música, a  astronomia, as artes mágicas, a medicina, a cirurgia, etc., e nós encontramos tudo isto descrito e documentado  nos  monumentos  e  textos  que  chegaram  até nós. Ele  era  venerado  pelos  egípcios  como  um Deus auto-gerado e auto-produzido,  isto  é: ele  era  UM, como  OXALÁ, o não nascido. Ele efetuou os cálculos  concernentes  o  estabelecimento  do céu, das  estrelas  e da  terra  e ele  era  o coração de Rá (o Sol no Zenit) e seu mestre, seja no conceito físico que moral. Ele tinha o dom da "divina palavra".