Ordem da Confraria Elementar Primeira do Brasil

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QUESTÕES DE UM ALUNO

A cada minuto ou segundo tem algo novo no ar...

O que temos é uma tentativa minha de salvar um processo e um  sistema  de desenvolvimento, isso  deveria ter sido feito a mais tempo, se a rádio  tivesse dado  certo  e houvesse uma resposta do público não faríamos inovações, mas que inovações são estas? Tentativas de atingir um público maior, de mobilizar  pessoas, até que  não sabes, e nem  poderias  saber  seres  se manifestaram  aí  e  aqui, e   foram provocantes, que não deixariam que alguma coisa se construísse, como um deles disse: }quem pensas que és com teus escritos e falando coisas, querendo mudar as coisas, sempre foi assim e por aí foi.

Correto, e  como  reagiriam? Pelo  medo  ou  acomodamento, e  o  que somos? Observei  mais,  o resultado dos últimos anos. Observei a pressão continuada e a dificuldade das pessoas em permanecer, mas vimos examinando isso há tempos.

os curso da confraria estão em constante mudança

Não há mudança nos cursos, há tentativas de se criar normalização, temos um curso básico, uma turma especial e um curso de uso das condições mediúnicas, que pode ser tido como primeiro nível, um básico leva três anos para ser assimilado e mais outro tanto para a aplicação consciente das faculdades colocadas, as pessoas aqui tem pressa. É o meio, quando conversamos com pessoas que estiveram em outros locais estranham pois são mais calmos e tem outro comportamento, sem a ansiedade que nos caracteriza, mas eles tem outra estrutura econômica e política, só isso. Que mudanças, mudanças na forma, pode ser mas não temos uma uniformidade e és testemunhas de quanto é difícil uniformizar um discurso, mas não há tantas mudanças, cobra-se das pessoas menos do que deveríamos. Mudanças na forma não no conteúdo que por si só já é uma mudança, de padrões e valores.  

 

e não sei se isso é produtivo ou não

O que queres dizer como produtivo, se somos e é tema da próxima aula o que pensamos, e os pensamentos vem do emocional não seria educar este emocional o início da educação interior? E se o indivíduo, para azar dele é médium, numa sociedade que não o aceita e onde ele não sabe como se beneficiar da mediunidade, sua imaginação é o mais perto de seu espírito, e é preciso ensinar a ser imaginação,a sentir-se e apensar a partir das percepções, que o diferenciam. Educando o indivíduo como um todo atingimos a finalidade de

o objetivo da confraria é trabalhar desenvolver médiuns

O desenvolvimento é uma opção pessoal, tentamos mostrar as vantagens do desenvolvimento e se o indivíduo é um médium ele possui recursos que precisa conhecer primeiro, a fase é longa, e não deveria, e depois utilizar em benefício pessoal e do mundo. É o que somos e onde somos. Nosso objetivo é contribuir para a evolução planetária e a retomada dos fundamentos da Sociedade Teosófica, com os quais concordamos e reproduzimos pela igualdade de nossos mestres.   

estou tentando encontrar o ponto de inicio disso tudo e não estou encontrando, as coisas estão muito vagas dispersas os assuntos estão muito misturados, atualidade, passado, o agora, na minha visão está precisando que isso seja dissecado seja separado cada partícula e que a a partir disso seja  iniciado um novo momento,

Não sabemos de um novo momento mas de um ciclo de momentos que se alternam e de alguma forma se repetem... já aconteceu muitas vezes, também nos perguntamos de tudo isso:

“O propósito que os Mestres conhecem e servem...” Não os propósitos pessoais e individuais, estamos num planeta.   

estou tentando lhe escrever ah um mês e não conseguia assistindo aos videos acompanhando as aulas e tenho tentado frequentar com muita presença minha mesma, e chego a essas questões simples pode ser ou não mas são coisas que estão me apertando e muito, procuro muitas respostas e não encontro saídas e não vejo...

Não há saídas mágicas mas atitudes pessoais internas que nos aproximam das realidades superiores, se estamos incomodando a ordem estabelecida é esta ordem estabelecida que teremos de questionar, não tinha outra atitude que responder rapidamente criando os cursos permanentes, que evitam a repetição e obrigam uma tomada de posição de cada participante, os cursos não se repetem, passam a ser permanentes e sequenciais, um Curso Básico, e um Curso de Incorporação I, como ficam os cursos de Básico? Aí sim, mudanças significativas, os atuais instrutores dos cursos passarão a conduzir oficinas, grupos de trabalho e atendimento que estão em organização. Muitas coisas não podem ainda ser esclarecidas pela falta de resposta do público da região e interno, composto de poucos indivíduos nos cursos, pensávamos que poderiam responder em bloco. Quando cobramos a participação ela é difícil, pelas dificuldades de entendimento então você responde

Os vídeos são ótimos os conteúdos maravilhosos mas posso ser sincera o Sr precisa inovar, quem usa os recursos de internet  são muito exigentes naquilo que eles procuram nos conteúdos em que eles querem orientação e se não for algo que de impacto ou que toque em algo que realmente vai fazer diferença vai ser algo descartável e o seu conhecimento é demais para que isso aconteça,

Temos paciência, vamos produzir vídeos de qualidade e progressivos, serão retomados, aperfeiçoados, inseridas imagens e elementos que farão de cada um uma realidade importante, enquanto escutam os vídeos que são básicos, os dez colocados como gratuitos na Internet terão informações. Os vídeos que incluem as práticas serão os vídeos para os inscritos nos cursos, e continuarão a ser gravados e montados, até que tenhamos um nível adequado de informação. Há muita informação que os médiuns inexplicavelmente não possuem, elas continuarão e o programa será mantido, de modo que o curso Básico de Porto Alegre será acessado pelos inscritos quando quiserem, e disponíveis.

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Uma espiritualista em visitas a casas espíritas, que preservou o nome nos fez a seguinte pergunta:  

A minhas dúvida é sobre a questão de orixás de cabeça, se é somente uma iniciação ou firmação religiosa? O que devo fazer?

 

Resp. do autor:

Qualquer resposta  que  seja  feita  vai  levantar  polêmica  e  até  desgostar praticantes  desta  ou  daquela  corrente, mas como tenho salientado,  há  milhares  de  casas  de religião praticando  o  espiritismo de Umbanda e de  Quimbanda  sem  uma clara  delimitação  do que  seja  um  e  outro. Digo  espiritismo, respondendo a  uma questão levantada em  debates  com  o  Senhor Saul de Ogum em Caxias do  Sul,  dirigente  da  Federação  Espírita  de  Umbanda de Caxias e outros eminentes da religião no Sul e minhas colocações devem ser debatidas.  Atendo-se  à sua resposta comento que alguns anos atrás a “feitura de cabeça”, o ritual de candomblé de assentamento  de um  orixá sobre  a  cabeça de uma pessoa era um ato de grande responsabilidade pelo fato de que esta pessoa iria se dedicar a servir ao orixá  por  toda  a  sua  vida  e  seria  iniciada  nos  segredos  maiores  e  até  ocultos  o  culto  dos  orixás  de  origem  iorubana,  mas  a questão é que os primeiros praticantes,  que  se  dividiam em nove nações, nem todas conhecidas entre nós, e no tempo dos cultos dos orixás hoje reduzidos ao mínimo e o país africano é apresentado como  católico. Nos cultos  no  Brasil  os religiosos, babalorixás faziam consultas  com  pelo  menos  oito  outros  babalorixás  onde  havia a confirmação sobre os orixás de cabeça e de corpo que  eram  então assentados  depois  de  uma  preparação,  e  o tempo de formação variava de um participante para outro. O que nos parece  é  que cada dirigente   faz  o  ritual   de “ feitura  de cabeça”   por  sua própria conta, sem consultar  outros sacerdotes, e há muitos enganos sendo cometidos. O que assistimos hoje é mais uma firmação religiosa.