Ordem da Confraria Elementar Primeira do Brasil

Os Cursos de verão na Ordem

Resumo e colocações pertinentes

1-Sobre o período de aprendizagem e seu conteúdo:

Este  é  o  período  compreendido  pelos  meses  de  Janeiro  e  Fevereiro    e   consiste   em   explanações  sobre   a  diferença  entre   o desenvolvimento mediúnico, o uso e a aplicação das faculdades básicas, assim como permitir que os participantes possam aceitar que o desenvolvimento é uma escolha, e o desenvolvimento não é uma lei natural, nem mesmo uma determinação divina sobre a humanidade. Que  todo  o  ato  transformador  é  uma  ação  da  vontade,  uma  decisão  que pode ser tomada ou não! Assim como alguns por razões diversas  que  podem   ser  comentadas  em  aula,  tem  a  oportunidade  de   acessarem  este   conhecimento  e  experimentarem   seu desenvolvimento  e  o  despertar   interno,  há  culturas  e  locais  da  terra,  e  dentro  dos  países  e  mesmo à volta, no meio familiar e profissional,  onde  há  a  primazia  do  preconceito  ao  lado  do  desconhecimento sobre o que seja a mediunidade, seu uso e aplicação, prejudicando muitos indivíduos que são sensitivos e principalmente as crianças onde essas faculdades são inerentes e inatas.

A mediunidade  é  a  questão básica, não a religião ou a crença, pois se trata de condições humanas, da natureza ainda desconhecida do psiquismo e  dos  poderes  da  mente  e  da  existência  de  “corpos  dimensionais no homem e na natureza”, e afirmamos e procuramos demonstrar que  essas  dimensões  não  são  uma  peculiaridade  humana  e  que  tudo o  que existe, existe igualmente em vários níveis dimensionais,  perceptíveis   e  registráveis  em  situações  isoladas  e  espontâneas  e  futuramente  por  equipamentos  desenvolvidos especialmente neste sentido. É  preciso  que  todos   os estudantes e interessados saibam que a organização social existente em  quase a totalidade  do  mundo, como  os  governos  e  o  que  eles  representam, não possuem interesse de que a verdade prevaleça, e o que é entendido como ciência é uma fração comprometida do saber científico, comprometimento esse determinado pelo interesse político ou econômico, ou ambos. Que a quase totalidade daquilo  que foi dado a conhecer, e com o qual fomos educados, pode não ser verdade ou ser uma interpretação da verdade existente, ou melhor, o que querem que seja conhecido e aceito, nisto estando  a grande maioria dos cidadãos do  mundo  em  conformidade  por  nunca  ter  tido  a  oportunidade  de  experimentarem  outros  saberes  e outras formas de existência. Um  espaço  onde  essa  discussão possa ser feita é o que de alguma forma procuramos manter e construir, que os cidadãos que denominamos de sensitivos estão em todas as raças e locais do mundo, com maiores  ou  menores  dificuldades de aceitação, e até sem nenhuma condição para ser  aceitos  e  educar ou  manifestarem sua condição interna e pessoal, e isso ocorre tanto em locais onde haja algum  tipo  de  fundamentalismo  religioso  ou  conforme  os  interesses  políticos  e  culturais,  determinados  pelos conflitos que impedem haja qualquer tido de alteração nos padrões culturais impostos.

O conhecimento pode ser libertador ou servir ao oposto, a sujeição do indivíduo a leis gerais de comportamento e ações,  pelos quais se torna o que é conveniente e adequado.

a) Existe uma  cultura  e  um  conhecimento  planetário  que  pode  ser  uma  exigência  em algum momento do desenvolvimento de um indivíduo: como os conhecimentos  básicos  de história dos povos, ou do desenvolvimento do homem e da natureza ao longo de milhões de anos. Em nosso  país  esse  conhecimento  não  existe  para  a  maioria  da  população,  sendo  assim  estarão impedidos de entender o evolucionismo  e  apresentarão  grandes  dificuldades  em compreender a evolução geral das criaturas, inclusive o homem ao longo do tempo planetário e fora dele. A ciência mesmo se esforça para fazer  aceitar  que a vida é um fenômeno universal e cósmico e não uma realidade planetária. Estes devem ser os comentários iniciais e as primeiras reflexões dos participantes dos cursos:   

O que sei sobre o universo e sobre o cosmos onde existo?

Em que  consistiu  o  saber  escolar  e  o quanto dele aproveito em minha vida, para o que a escola prepara e o quanto deste preparo me permite entender mais de mim e da vida?

Como  Eu Sou  internamente,  como  se produzem meus sentidos e de que forma eu funciono, salientando que a grande ignorância está em que não sei quem sou por que não sei como funciono.

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